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Neymar, CBF, milhões e nenhuma surpresa

No ESPN.com.br: CBF propõe adiantamento financeiro para Portuguesa aceitar Série B

Alguém, sinceramente, se choca com a atitude da CBF? Pelas pessoas envolvidas, não dá para ficar abismado com isso. Dá para ensinar índole e caráter? Não, não dá.

Obviamente, o fato de não se chocar não quer dizer o quando isso é repugnante. Nojo, sabe? É esse o tipo de gente que manda no “nosso” mundinho da bola. “Nosso”, há!

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Manchete do “El Mundo”: Neymar custou mais do que o anunciado e foi mais caro que Cristiano Ronaldo

Simples, rápido, apenas duas palavras explicam: Sandro Rosell. Sem mais.

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O futebol tem a sorte de ser um esporte absolutamente sensacional e apaixonante, que mexe, muito, com corações e emoções. Sinceramente, o submundo dele, que nem é tão sub assim, é de uma podridão absurda. Se não fosse pela magia, já era, estava morto e enterrado. Uma pena.

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Virada de mesa, um bem para o futebol brasileiro

Torcida brasileira merece uma virada de mesa para o bem do futebol - Foto: Vanderlei Almeida/AFP

Futebol merece uma virada de mesa – Foto: Vanderlei Almeida/AFP

A virada de mesa é a melhor coisa que pode acontecer no futebol brasileiro em 2014. Não é questão de justiça, dane-se isso. A vida não é justa, o futebol, espelho do mundo fora dos gramados, não tem a menor obrigação de ser justo. O que manda é, sim, o bom senso. E o bom senso manda uma virada de mesa já.

Chegou a hora de um Brasileiro com 24 times, que é o melhor formato possível. A balela dos pontos corridos já deu. A fórmula perfeita une campeonato e torneio, classificação e mata-mata. É a hora de mudar.

Por quê?, pergunta você. Respondo eu: virar a mesa é a salvação do Brasileirão. Mais times, mais jogos, mais tudo. Entra mais dinheiro para os clubes com venda de ingressos e publicidade, os torcedores poderão ver mais suas equipes de coração – ao vivo no estádio, ao vivo em pay-per-view. Fomenta a economia: mais partidas, mais anunciantes, mais dinheiro sendo movimentado no país. Em um ano de Copa, é a dádiva que se esperava!

A ação do Ministério Público é uma falácia, assim como foram os argumentos mais do que flácidos dos torcedores da Portuguesa. O clube, sim, agiu corretamente: sem defesa, mal se defendeu. Com isso, abriu uma brecha para a virada de mesa. Foi a Lusa, sem querer ou querendo, quem criou a melhor situação possível para o futebol nacional.

O Flamengo, idem. Errou e não se defendeu. Apenas cumpriu tabela no tribunal. Se quisesse, mostrava sua força dos bastidores e faria de tudo para não perder pontos, mas não fez. Ponto positivo!

Ponto positivo também para o Fluminense! Agiu da forma mais correta possível, indo aos tribunais e mostrando argumentos extremamente convincentes. No entanto, nem era necessário: a Portuguesa já havia feito toda uma situação positiva para o futebol, e a presença tricolor foi nada mais nada menos do que mera formalidade jurídica.

Então, se tudo está certo, por que a virada de mesa? Porque a melhor maneira de agradar gregos e troianos é agradar todos. Unanimidade, sim, é a saída! Com 24 times, o Brasileirão se salva, acaba a discussão, acaba ação do MP, enfim, começa o futebol como deve ser de verdade, com quem deve estar na elite jogando na elite. Afinal, time grande não cai!

A virada de mesa é o que de melhor pode acontecer para o futebol brasileiro. Não vejo outra saída. É um murro na mesa, uma posição firme e coerente para salvar o esporte bretão. Mais do que uma necessidade, é uma obrigação moral e ética. É o sopro de decência que nós, como sociedade, precisamos.

P.S.: Leia também, “A falta que um sinal de ironia faz”

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Fifa, Lusa, beisebol, All Blacks, tragédia e City

Pílulas do fim de semana:

– Excelentes avanços no que diz respeito à minha jogabilidade no Fifa 12. Rivaldo se encaixou perfeitamente no novo esquema de jogo, e Luis Fabiano desandou a fazer gols.

– Como é legal a Portuguesa já garantir a vaga para a Série A do ano que vem. Vale um post sobre o tema: precisa mesmo de um time cascudo, duro, seco, para voltar à elite? Jorginho e seus comandados provam que não.

– Albert Pujols, jogo 3 da World Series, Texas Rangers 7 x 16 St. Louis Cardinals: 5 de 6 nas rebatidas, 3 home runs, 6 corridas impulsionadas. Não entende nada de beisebol? Ok, isso quer dizer, basicamente, que o cara teve a maior apresentação individual na final da MLB. Monstruoso! Pitaco: Cardinals levam o título em 4 a 3, hein!

– All Blacks confirmaram o favoritismo e conquistaram o título do genial Mundial de rúgbi. Final tensa com a França, que surpreendeu e engrossou demais o jogo no segundo tempo. Uma baita decisão, para fechar com chave de ouro uma competição sensacional.

– Novo domingo, nova tragédia. O que dizer da morte de Marco Simoncelli na MotoGP. O sentimento é o mesmo da última semana. O melhor, acho, é o silêncio, como forma de homenagem.

– Manchester United 1 x 6 Manchester City. Clássico local, uma das maiores goleadas da história. Se fosse aqui, Alex Ferguson teria sido demitido antes de chegar ao vestiário. Mas é lá, e ele fica. Assim como eu fico por aqui!

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