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10 motivos para ver o Super Bowl para quem é fã de futebol americano

Os astros do Super Bowl XLVIII - Foto: NFL.com

Os astros do Super Bowl XLVIII – Foto: NFL.com

1
É o maior jogo da temporada do futebol americano. É uma daquelas partidas repletas de adjetivos. Épica, digamos. E você não pode perder isso. Nunca. Jamais.

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É a chance de ver Peyton Manning se eternizar como o maior quarterback da história.

3
É a chance de ver Marshawn Lynch se eternizar como um dos maiores running backs da história.

4
É a chance de ver Russell Wilson dar um passo rumo à eternidade.

5
É a chance de catequizar seus amigos (as) que não gostam ou nunca viram um jogo de futebol americano.

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Assistir ao show do intervalo e comentar com os amigos: “Ah, o do Bruce Springsteen foi melhor, hein?”

7
É a chance de ver jogadores geniais fazerem jogadas geniais. Ou jogadores comuns fazendo coisas extraordinárias. O jogo é democrático, e heróis inesperados podem surgir a qualquer instante.

8
Esse jogo será lembrado e falado por pelo menos sete meses, no mínimo. Não vai ficar fora dessa, né?

9
Você torce para Broncos ou Seahawks? Então, é dever moral ver o jogo. Não vai ver? Desvio de caráter.

10
Só 10 motivos? Sério? Só podia ser um torcedor do Buffalo Bills mesmo para escrever só 10 motivos…

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10 motivos para ver o Super Bowl para quem não dá a mínima para o Super Bowl

P.S.: O guia completo do Super Bowl XLVIII para você se divertir. De graça, no site da NFL. É só clicar aqui, são 292 páginas de muita história.

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10 motivos para ver o Super Bowl para quem não dá a mínima para o Super Bowl

O guia para o fã casual do Super Bowl - Foto: NFL.com/Illustration

O guia para o fã casual do Super Bowl – Foto: NFL.com/Illustration

1
Tem show do intervalo que é “o show do intervalo”.

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Para entrar no clima, é a desculpa para se entupir de hambúrguer e batata frita.

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É mais uma desculpa para entornar litros e litros de sua bebida preferida, inclusive – ou especialmente – as alcoólicas.

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É outra desculpa para chamar os amigos para encher sua casa num domingo chato, comer hambúrguer, batata frita e tomar doses cavalares de cerveja.

5
Quer mais uma desculpa? É a desculpa para sair de casa – rumo a um bar ou à casa de algum amigo – num domingo chato, comer hambúrguer, batata frita e tomar doses cavalares de cerveja.

6
É a chance de torcer para um time qualquer porque a camisa é bonita ou a cor do capacete é legal ou é divertido falar Peyton Manning ou porque o quarterback é bonitão – mas não chega aos pés do Tom Brady – e, ainda por cima, mudar de time a hora que quiser. Sem culpa.

7
Tem um monte de cheerleaders bonitonas e, mesmo com o frio de New Jersey, não dá para desprezar. Sem culpa, claro.

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Nunca viu um jogo de futebol americano? Dê essa chance a você mesmo! O jogo é legal, você vai se divertir! E nada melhor do que começar vendo o principal duelo do ano, não?

9
Todo mundo vai falar disso na segunda e você, claro, não quer ser o único a não ter ideia do papo, né? A não ser que…

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… você resolva cumprir os passos de 1 a 8 – pule o 9, sem culpa -. Aí, claro, você tem uma boa desculpa para dar balão na manhã de segunda-feira. A não ser que seu chefe tenha visto o Super Bowl e aparecido para trabalhar. Vai arriscar essa jarda na quarta descida?

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10 motivos para ver o Super Bowl para quem é fã de futebol americano

P.S.: Do site da NFL: The Casual Fan’s Super Bowl Guide: XLVIII

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Pílulas de um Super Bowl inesquecível e “legal”

Eli Manning, de novo, campeão do Super Bowl - Foto: Timothy A. Clary/AFP

Eli Manning, de novo, campeão do Super Bowl - Foto: Timothy A. Clary/AFP

Dizem por aí que todo UFC é histórico, todo lutador é um gênio, enfim, todo evento é tratado como se fosse o último. Quem viu o Super Bowl 46, entre New York Giants e New England Patriots, pode falar, com todas as letras, que foi um jogo histórico e que teve jogadas geniais. O único problema é que, futebol americano, só em agosto, com a pré-temporada.

Abaixo, em pílulas, o Super Bowl 46:

– Acho a entrada dos times uma das coisas mais bacanas. Ali, há jogadores mais tranquilos, outros concentrados, alguns tentando esconder a ansiedade, e outros completamente pilhados. É sensacional.

– Surreal é a capacidade que os caras têm em montar e desmontar o palco para o “show do intervalo”. Impressionante que nenhuma luz falha. Ok, é tudo modular e foi testado trocentas vezes, mas existe a chance de dar errado. Lá, nunca dá.

– Madonna. Acho legal ver o superhipermegashow do Super Bowl, mas tenho a sensação de que é legal para quem está em casa. No estádio, acho que você não vê nada. Para mim, fica a máxima: show do intervalo do Super Bowl, mesmo quando é ruim, é  bom.

– O que foi aquela zona de câmeras e repórteres e sei lá mais quem no gramado ao fim do jogo? Eli Manning não conseguia sair do lugar. Se fosse por aqui, era exemplo de desorganização. Mas, lá, sabe como é. Eu sei, todo ano é assim, parece que aquela zona já é tradicional depois do apito final, mas podia ser uma zona organizada, não?

Garotinho faz a festa ao fim do Super Bowl 46 - Foto: Gregory Shamus/Getty Images

Garotinho faz a festa ao fim do Super Bowl 46 - Foto: Gregory Shamus/Getty Images

– Tom Brady é um dos grandes nomes da história. O que ele fez no fim do segundo quarto foi monstruoso, o que ele quase fez naquele último minuto foi surreal. Um baita jogador.

– Falem o que for, mas Eli Manning já tem lugar cativo entre os monstros do esporte. O cara é uma geleira quando o assunto é definir um jogo. Pode não ter a capacidade de fazer jogadas plasticamente belas, como Peyton, seu irmão, Brady e tantos outros. Mas tem a capacidade de ganhar campeonatos.

– Depois de horas, ver um jogo ser decidido no último instante é de tirar o fôlego.

– No meio de tudo isso, o mais legal foi ver minha namorada “perder” a noite de domingo vendo o Super Bowl ao meu lado. Perguntou um monte de coisas sobre regras, tentou entender o jogo e torceu para os Patriots (“do Brady”) só pra me contrariar. Mas, depois daquele último minuto de eterna tensão, veio a recompensa: “nossa, é legal, né?”. Nesse instante, a dor nas costas, que ferrou meu domingo, até deu uma sossegada.

Fecham-se as cortinas, torcida brasileira. A bola oval está cada vez mais presente na nossa cultura. Não espero que se torne algo absurdamente massificado, longe disso. Mas, se a cada jogo, surgir um novo fã em potencial, a coisa fica bacana. Bem bacana.

Foi assim, com Gisele Bundchen, que Brady voltou para casa - Foto: Mark Humphrey/AP

Fim de jogo; Brady, sem título, mas com Gisele Bundchen - Foto: Mark Humphrey/AP

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Buffalo Bills, o início de uma paixão e um Super Bowl imperdível

Jim Kelly, um monstro - Foto: Time Warner

Jim Kelly, um monstro - Foto: Time Warner

Jim Kelly, Thurman Thomas, Bruce Smith, Andre Reed… Tenho quase certeza que você não tem a menor ideia de quem sejam. Mas foram esses caras que me fizeram admirar o futebol americano. E, graças a eles, quando escrevo essas linhas, já estou tenso para acompanhar mais um Super Bowl.

No começo dos anos 90 (ou seria no fim dos 80?), a Bandeirantes passou a transmitir jogos da NFL. Não me lembro se a TV passava jogos da temporada regular, ou só dos playoffs, ou, ainda, só o Super Bowl. O fato é que bastava ligar no canal 13 para descobrir que futebol poderia ser jogado com as mãos e, pasmem, era bem bacana.

Foi nessa época que esses caras levaram o Buffalo a disputar quatro Super Bowls consecutivos. Aí, vai do ponto de vista: você pode achar que chegar a quatro Super Bowls seguidos é sinal de um time vencedor, ou você pode achar que perder quatro Super Bowls seguidos é sinal de um time perdedor.

O fato é que o time perdeu todas as finais que disputou. É triste ler na Wikipedia: “Buffalo is also the only team to win four consecutive American Football Conference Championships, the only team in either conference to play in four consecutive Super Bowl games, and the only team ever to lose four consecutive Super Bowls”. Triste, triste.

Enquanto os jogos passavam, lembro da minha mãe reclamando, falando que era só pancadaria, que era só brutalidade, enfim, que o esporte era violento. Seria legal sentar com ela hoje e falar: “ó, o esporte é inteligente, esses caras são estudiosos, nada acontece por acaso”. Violento? Que nada. Agressivo, às vezes, com certeza, mas, está longe de ser violento.

Torcer para os Bills é um exercício de paciência e de fé. Paciência porque o time, venhamos e convenhamos, é ruim. Haja paciência torcer por uma equipe que não se classifica para o mata-mata desde 1999. Fé porque ainda tem gente, como eu, que acredita que dias melhores virão, nem que seja para perder quatro Super Bowls consecutivos mais uma vez.

Super Bowl 46, New York Giants x New England Patriots: Foto: Reprodução/NFL

Super Bowl 46, New York Giants x New England Patriots: Foto: Reprodução/NFL

Vinte anos depois, cá estou, à espera de New York Giants x New England Patriots. Gosto de Peyton Manning, quarterback do Indianapolis Colts. E daí?, diria o outro. O jogo desta noite é em Indianapolis, e o irmão mais novo de Peyton, Eli, é o quarterback dos Giants. Gosto de Nova York, cidade sensacional que tive o prazer de conhecer no ano passado e, até hoje, não me recuperei. Ou seja: Tom Brady, o marido de Gisele Bündchen, o quarterback dos Patriots, um dos maiores nomes da história em sua posição, que me desculpe, mas hoje a torcida é pelos Giants. Imperdível!

Dos tempos de NFL na Band até hoje, passei a entender melhor o esporte, mas o futebol americano tem algo inexplicável: é capaz que você encontre algo novo, descubra variações inéditas, perceba novos detalhes a cada jogada, a cada campanha, a cada partida. É um daqueles esportes em que tudo pode acontecer e, mesmo para os catedráticos, traz um eterno aprendizado. Isso faz com que o futebol americano seja diferente, apaixonante. Basta você dar uma chance a ele. Há 20 anos, eu fiz isso!

P.S.: No Super Bowl de hoje, com certeza, ficarei com aquele ar de nostalgia. Jim Kelly foi um quarterback sensacional. Thurman Thomas, um dos melhores running backs da história. Bruce Smith era um monstro como deffensive end, e Andre Reed, um wide receiver de mão cheia (com o perdão do trocadilho). Que saudade daquele time que não ganhou nada, mas, se serve de consolo, criou um fã de futebol americano para a vida inteira.

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Logo da “ESPN” se transforma em símbolos de todas as universidades

Galera nos EUA fica ensandecida com o esporte universitário. Nesta montagem, eles uniram os logos de tudo que é universidade em um só, tendo como base o símbolo da “ESPN”. Pra quem manja, é um desafio saber qual logo representa a universidade X ou Y. Pra quem não manja, como eu, é bacana ver a criatividade dos caras. E pensar que isso é feito com o esporte universitário…

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Ou o futebol está ficando chato, ou eu estou ficando velho e ainda mais chato

Obra Bola Murcha, de Vik Muniz, 1989 - Foto: Divulgação

Obra Bola Murcha, de Vik Muniz, 1989 - Foto: Divulgação

Demorei para escrever sobre algumas coisas apenas por causa dos jogos da Liga dos Campeões, que começou nesta terça-feira. A competição sempre foi uma das minhas preferidas, daquelas de arrepiar. Mas, dessa vez, nada aconteceu.

Tenho achado o futebol chato demais. Claro, lances geniais de caras como Messi e Neymar são sensacionais, mas são exceções. E eu também não espero que todo jogador seja sensacional. A regra é ter muito jogador médio para poucos acima da média. É assim em toda a profissão, não?

Independentemente disso, a coisa toda está perdendo a graça. Ir ao estádio se tornou um martírio. Minha última experiência foi tão maçante, o jogo em si foi tão sem sal nem açúcar que, ao fim da noite, eu estava mais puto do que feliz. Em casa, o ritual também não se parece tão bacana: ficar duas horas em frente à TV para ver alguns segundos legais tem me soado como desperdício de tempo.

Claro, acompanho o meu time de coração, fico ansioso quando ele está em campo, mas é curioso que sinto mais emoção quando não sei nada do jogo do que quando estou assistindo à partida. Por isso, esperei a Liga, para ver se a magia que estava indo embora era apenas relacionada ao futebol nacional, ou já estava em águas internacionais.

Ao ver o Barcelona em campo, sempre se espera um show de bola. Criou-se o inconsciente coletivo de que o time é uma máquina (no bom sentido) de jogar bola. Mas tem gente que esquece que são jogadores, e não robôs, que estão ali. Tem dia que as coisas não dão muito certo, tem dia que dá tudo errado. É assim comigo, com você, com o Messi…

Barcelona x Milan foi um jogo, digamos, bom. Foi legal o Milan ter feito 1 a 0 com 24 segundos para dar aquela movimentada. Os espanhóis, como sempre, tiveram uma posse de bola absurda, mas as coisas não estavam rolando ontem. Iniesta passou mal e saiu, Xavi parecia não achar para quem passar a bola, Messi estava bem marcado. Enfim, nada de muito sensacional acontecia.

Aí Messi foi o único a acreditar em um lance perdido, e o Barça empatou. Villa acertou uma daquelas cobranças de falta espetaculares e virou. E foi aí que eu tirei vantagem de trabalhar em casa e, por volta de 35min, cochilei. Acordei com os caras se cumprimentando, crente que o Barça tinha vencido. Aí vejo o placar, vejo que empatou, vejo o gol de Thiago Silva nos acréscimos. Para alguns, deve ter sido um jogo sensacional, loucura total. Para mim, acho que o cochilo foi providencial e que não perdi muita coisa.

Por outro lado, outros esportes me trazem sentimentos muito mais divertidos e marcantes do que o futebol atual. Por exemplo:

– Ainda não sei descrever a emoção que eu senti ao ver o UFC Rio ao lado do meu sobrinho amado, todo o clima, toda a atmosfera, enfim, tudo que aconteceu foi mais do que sensacional.

– A abertura da temporada da NFL foi algo genial, tensão a cada lance e um show de bola entre Green Bay Packers e New Orleans Saints.

– Depois desse jogo, quem disse que eu conseguia dormir à espera da abertura da Copa do Mundo de rúgbi? Confesso que o sono me venceu mais de 6h da matina, mas tive a chance de ver, ao vivo, o comecinho de Nova Zelândia x Tonga. Dormir ao som do haka é dormir rejuvenescido!

– Aí vem o sábado, aniversário da sobrinho, e vejo o finzinho de Brasil x República Dominicana. Vai dizer que não foi emocionante ver aquela molecada vibrando como criança com o tão sonhado sonho olímpico?

– Alguém viu o pega entre Lewis Hamilton e Michael Schumacher no GP de Monza? Animal!

– Passa o domingo, volto para casa na madrugada de segunda, e me vejo vibrando com a vitória, sim, vitória do meu Buffalo Bills na estreia. Yeah, baby!

– Vem a segunda, e Djokovic e Nadal protagonizam um dos maiores jogos da história (da minha história, com certeza). Foi mais do que um jogo de tênis: um tirava um golpe da cartola e recebia em troca um golpe ainda mais espetacular. A final virou um show de mágica. Inesquecível.

– Saio para jantar com a namorada, chego em casa a tempo de perceber que estou xingando Kyle Orton, quarterback do Denver Broncos, por ser um mané em campo. Não tenho nenhuma ligação com o Denver, mas eu só queria ver mais um pouquinho do jogo contra o Oakland Raiders. Problemas de proteção ao quarterback à parte, queria mesmo que Orton levasse o time ao empate, apenas para eu acompanhar a prorrogação. Mané!

– E aí vem o Barça, eu durmo no fim e nem fico meio assim em ter perdido o gol de empate…

Não sei se vocês perceberam, eu evito falar de futebol aqui, mesmo sendo o esporte que me acompanha desde que eu lembro de alguma coisa e que me levou para a faculdade, para o jornalismo e para essa minha carreira de estonteante sucesso. Existem zilhões de blogs mais gabaritados para falar de futebol, existem muitas grifes mais famosas para comentar sobre o assunto. Não espero que alguém entre aqui para saber o que achei da rodada, se Messi é um gênio mesmo sem brilhar na Argentina, blábláblá. Não vou entrar nessas discussões (aliás, as mesas redondas e os politicamente corretos estão cada vez mais malas, não?).

O fato é que o futebol não me emociona mais como antes, enquanto esportes como basquete, futebol americano, MMA e tantos outros me fazem sorrir. Não sei o que acontece, mas, das duas, uma: ou o futebol está ficando chato, ou eu estou ficando velho e chato demais para o futebol.

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Temporada da NFL começa nesta quinta: finalmente, a bola oval vai voar!

Drew Brees x Aaron Rodgers, duelo de campeões na estreia - Fotos: Reuters

Drew Brees x Aaron Rodgers, duelo de campeões na estreia - Fotos: Reuters

Acabou a espera. A temporada, que correu riscos de não acontecer, enfim, vai começar. E em grande estilo: na noite desta quinta, o Green Bay Packers dará o chute inicial contra o New Orleans Saints. Simplesmente o duelo entre o atual campeão do Super Bowl e o vencedor do ano anterior. Aaron Rodgers x Drew Brees! Imperdível!

Não vou fazer análises abalizadas, nem mostrar pranchetas com as táticas para levar os times às vitórias. Gosto, e muito, da NFL, mas como torcedor: falta uma eternidade para que eu compreenda o jogo de forma mais ampla, o que, para mim, deixa cada partida ainda mais divertida e mais gostosa de assistir!

Por isso, vou apenas apostar em um vencedor para o jogo desta noite. Dúvida cruel… Mas dá Packers. Apertado. Acho que 24 a 21 é um bom palpite. E você, quem acha que abre a temporada com vitória?

Prometo sempre pitacar e ver como sou ridículo com as minhas previsões!

Drew Brees – I’m Going To Disney World

Aaron Rodgers – I’m Going To Disney World

P.S.: Ah, só pra constar, sou torcedor do Buffalo Bills (podem rir), com um apreço pelo Indianapolis Colts.

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