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Brinquedo de adulto?

Quem me conhece sabe que eu sou meio nerd quando o assunto é brinquedo. Se eu pudesse, viveria disso (ou gastaria tudo com isso). Lembro que, quando eu era pequeno, eu tinha um Autorama, que era genial. Depois, esse tipo de brinquedo foi sumindo – ou ficando tão caro que ninguém tinha mais -, até que surgiu a Hot Wheels na jogada e trouxe uma nova leva de brinquedos com o tema, digamos, “velocidade”.

Mas esse cara aí extrapolou ao construir a sua pistinha: mais de 600 metros divididos em 14 cômodos – sem contar o que rola fora da casa. É sensacional! Imagino que as crianças devam ficar olhando e pensando “ah, legal”, enquanto pai fica babando com o seu “investimento”. Afinal, para construir uma pista dessa, neguinho gastou, viu.

O vídeo é meio longo, mas vale a pena. Divirtam-se!

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Arquivado em Automobilismo, Velocidade

Fifa, Lusa, beisebol, All Blacks, tragédia e City

Pílulas do fim de semana:

– Excelentes avanços no que diz respeito à minha jogabilidade no Fifa 12. Rivaldo se encaixou perfeitamente no novo esquema de jogo, e Luis Fabiano desandou a fazer gols.

– Como é legal a Portuguesa já garantir a vaga para a Série A do ano que vem. Vale um post sobre o tema: precisa mesmo de um time cascudo, duro, seco, para voltar à elite? Jorginho e seus comandados provam que não.

– Albert Pujols, jogo 3 da World Series, Texas Rangers 7 x 16 St. Louis Cardinals: 5 de 6 nas rebatidas, 3 home runs, 6 corridas impulsionadas. Não entende nada de beisebol? Ok, isso quer dizer, basicamente, que o cara teve a maior apresentação individual na final da MLB. Monstruoso! Pitaco: Cardinals levam o título em 4 a 3, hein!

– All Blacks confirmaram o favoritismo e conquistaram o título do genial Mundial de rúgbi. Final tensa com a França, que surpreendeu e engrossou demais o jogo no segundo tempo. Uma baita decisão, para fechar com chave de ouro uma competição sensacional.

– Novo domingo, nova tragédia. O que dizer da morte de Marco Simoncelli na MotoGP. O sentimento é o mesmo da última semana. O melhor, acho, é o silêncio, como forma de homenagem.

– Manchester United 1 x 6 Manchester City. Clássico local, uma das maiores goleadas da história. Se fosse aqui, Alex Ferguson teria sido demitido antes de chegar ao vestiário. Mas é lá, e ele fica. Assim como eu fico por aqui!

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Arquivado em Automobilismo, Beisebol, Futebol, Outros esportes, Videogame

Dan Wheldon, 33, RIP

Foto: Indycar.com

Foto: Indycar.com

Voltei para casa ouvindo o segundo tempo de Atlético-GO x São Paulo. Subo os nove andares até o meu apartamento, ligo a TV, ligo o computador, e me deparo com a notícia da morte de Dan Wheldon. Fiquei parado olhando para a tela, meio sem saber o que fazer. Li a notícia e a reação imediata foi procurar algum vídeo para ver como tinha sido.

Há pouco, li o texto do Flavio Gomes sobre o acidente e vi como ele tinha razão. Reproduzo aqui uma frase: “As mortes na pista são chocantes porque quando vemos as imagens, sabemos que aquele cara lá dentro morreu”. É exatamente isso. No caso do automobilismo, as mortes são ali, na sua cara, ao vivo e a cores. E isso, para quem gosta de esporte, dói.

Acidente com Dan Wheldon em Las Vegas

Vi e revi o vídeo do acidente tentando encontrar alguma explicação, mas vasculhei aqui e ali e não achei nada. Simplesmente é impossível dirigir a seiláquanto por hora e desviar de um mar de carros à sua frente. É impossível, mas, no automobilismo, acontece. E a vida, que estava ali na sua frente a uma fração de segundo, se perde.

Como já escrevi aqui no blog, não sei muito lidar com a morte, seja de alguém próximo, seja de alguém que eu nunca vi na vida, a não ser pela TV. Wheldon era um baita piloto, um cara carismático, boa gente, enfim. E aí você fica procurando explicação e não encontra nada. Só o silêncio.

Cinco voltas em homenagem a Dan Wheldon

Silêncio que permeou a homenagem de pilotos e torcedores a Wheldon. Logo após o anúncio de sua morte, os 19 pilotos que ainda tinham seus carros inteiros entraram na pista, atrás do safety car, para cinco voltas em homenagem ao companheiro. Eu ouvi o som dos motores, as palavras do narrador em Las Vegas e as palmas da torcida, mas, no fundo, tinha ali um silêncio de cortar a alma.

Vídeo em homenagem a Dan Wheldon feito pela IRL

Pensei em traduzir aqui o que disseram Tony Kanaan e Dario Franchitti sobre o que aconteceu, mas é bobagem. Por mais que eu escrevesse, nunca conseguiria transformar, em texto, a dor que esses caras estão sentindo pela perda de um grande amigo.

Para mim, fica aquela sensação esquisita de quem gosta de esporte e viu mais um cara perder a vida ali, na tela do computador. Não tem explicação, apenas o vazio. E o silêncio.

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