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A minha seleção da Eurocopa-2012

Uma seleção da Euro - Foto: Ricardo Zanei

Uma seleção da Euro – Foto: Ricardo Zanei

Onze jogadores, um técnico, menções honrosas. Aí vai:

Buffon – Não fez defesas milagrosas, mas foi um líder em campo. Um dos melhores goleiros que eu vi jogar.

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Glen Johnson – Surpreendeu com uma futebol eficiente, especialmente no campo de ataque. Serviu como boa opção de saída de bola pela direita e foi um dos caras mais efetivos da equipe.

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Pepe –Tem fama de bater, bater e só bater, mas, na Euro, jogou. E como! Comeu grama para desarmar os rivais, teve fôlego para avançar e ainda era perigoso nas bolas aéreas. Um dos melhores de todo o torneio.

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Hummels – Zagueirão firme e forte. Foi um monstro na defesa alemã.

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Jordi Alba – Grata surpresa, é a minha revelação do torneio. Veloz, defende bem, ataca bem. O gol na final coroou uma Eurocopa quase irrepreensível.

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Khedira – Marcou, armou, defendeu, lançou, deu carrinho, chutou, cabeceou, fez gol. Foi fundamental para mais uma boa campanha alemã.

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Xabi Alonso – Foi o melhor da Espanha na primeira fase. Tem bom toque de bola e é eficaz na marcação.

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Pirlo – O cérebro da Itália. Todas as bolas passavam por seus pés, e os passes saíam açucarados. Pena que ficou sem fôlego na final.

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Iniesta – O que dizer de um cara que acerta mais passes em um jogo do que o seu time em um campeonato?

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Cristiano Ronaldo – Quando acordou, foi o cara que comandou Portugal em mais uma bela campanha. Faltou pouco para chegar à final.

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Mario Gomez – É aquele caneludo que todo time precisa. Sabe empurrar a bola para as redes. E isso, hoje, é uma baita qualidade.

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Técnico – Cesare Prandelli. Ajudou a transformar a Itália moribunda e falida em uma Itália respeitável e temível.

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Menções honrosas – Goleiros: Casillas, Cech, Neuer, Tyton. Defensores: Lahm, Lescott, Fabio Coentrão, Gebre Selassie, Melberg, Sergio Ramos. Meias: De Rossi, Fàbregas, Gerard, Karagounis, Ozil, Pilar, Schweinsteiger, Xavi. Atacantes: Balotelli, Bendtner, Benzema, Ibrahimovic, Shevchenko. Técnicos: Fernando Santos, Michal Bilek, Paulo Bento.

P.S.: Gostou das versões futebol de botão da minha seleção da Eurocopa? Para fazer os jogadores, usei como base o excelente trabalho do Blog Escudinhos, que conta com uma variedade imensa de “roupas” para os seus times prediletos. Vale a pena conferir e se divertir muito com as camisas criadas. Trabalho de primeira!

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Uma Alemanha encorpada contra um Brasil aguado

Almocei feijoada. Está frio em São Paulo, e o boteco aqui na rua de casa, por módicos R$ 15, tem uma feijuca de respeito. Além disso, em dia de Alemanha x Brasil, seria uma explosão de brasilidade (que clichêzasso, hein).

Acabei de almoçar por volta de 15h30, quando o hino estava rolando. Até estava animado para ver o jogo, mas, dei uma cochilada monstruosa no fim do primeiro tempo e acabei com o Galvão gritando algo como “bola rrrrrrrrolando” com o início da segunda etapa.

Achei que seria uma lavada da Alemanha, mas, pelo primeiro tempo, cheguei até a mudar de ideia. Claro que o time alemão, na concepção de equipe, é bem mais montado que o Brasil. Mas os comandados de Mano Menezes até que deram para o gasto.

Enfim, segundo tempo rolando… Confesso que gosto do Alexandre Pato, principalmente no videogame e no Milan. Na vida real, é irritante a quantidade de gols que ele perde, especialmente com a camisa do Brasil. O gol que ele perdeu no primeiro minuito é prova disso. “Ah, mas foi um toque de classe”. “Ah, mas ele tentou o que dava”. “Ah, mas saiu por isso aqui, ó”. Ahã. Os alemães agradecem.

Depois do lance, o que se viu foi uma Alemanha encorpada, forte, como a bela cerveja que eles consomem, e o Brasil enfraquecido, se desfazendo, como a aguaaaaada laranja picada que veio na minha feijoada.

O pênalti foi pênalti. O 2 a 0 mostrou como é fácil trocar passes atrás da linha de meio-campo do Brasil: Lúcio saiu para matar o lance, não achou nada e Götze ficou na cara do gol. Um primor do futebol coletivo.

Aí veio um pênalti meio má ô mêno pro Brasil, meio que na compensação, e Robinho marcou. Duas coisas a se comemorar: um gol de pênalti da seleção brasileira e um chute certeiro do ex-atacante do Santos para o gol. Mas não deu nem para se animar: em seguida, saiu o terceiro da Alemanha.

Pausa para reflexão neste momento: por que raios o André Santos é convocado? Por que ele é titular absoluto da seleção? É um bom jogador para o seu e para o meu time, mas, para a seleção, não dá. Se por um lado, “sempre teremos Paris”, por outro, com Mano, “sempre teremos André Santos”.

O jogo já estava definido quando Neymar, apagadinho de tudo em campo, acertou um belo chute da entrada da área e fez o segundo. Galvão até tentou achar que dava para empatar, mas não tinha tempo para mais nada, amigo. Acho que o alemão não precisa de um motivo pra comemorar, mas, com essa vitória, é fato: dá-lhe cerveja em Stuttgart!

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