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Jones, Rashad, cinco rounds e um round

Jon Jones mantém o cinturão - Foto: Al Bello/Getty Images, Arte/Ricardo Zanei

Jon Jones mantém o cinturão - Foto: Al Bello/Getty Images, Arte/Ricardo Zanei

O resultado foi o esperado: vitória de Jon Jones. Eu sei, eu sei, não foi em dois rounds como a minha bola de cristal me disse, e a culpa é toda dela. Foram cinco rounds de algumas cacetadas e pelo menos três lições.

A primeira: Jones é muito superior, especialmente quando o assunto é forma física, que qualquer rival. Quanto mais a luta durar, melhor para ele.

Diante disso, a segunda lição é: seja lá qual for o adversário, é bom ir para cima de Jones no primeiro round. Como? Aí o problema é de quem entrar no octógono. O fato é que, a partir do segundo, o campeão passa a sobrar fisicamente, e a vida complica.

A terceira lição quem deu foi Rashad Evans, que achou um ou outro espaço na guarda de Jones e balançou o campeão pelo menos duas vezes. Ou seja, é ver e rever como os golpes entraram e tentar achar alguma brecha por aí.

Se eu esperava um nocaute no segundo round, é claro que fiquei decepcionado com a decisão em cinco. Esperava, claro, um Jones mais ligado, mais veloz, mais ativo no ataque. Claro que, mesmo em slow motion, ele é melhor que qualquer um. Tanto que ganhou. Mas poderia ter acelerado mais a luta.

E aí eu acho que o fator “adversário” pesou. Ex-amiguinho, ex-companheiro de treino… Jones respeitou demais Rashad. Teve chance de derrubar o ex-brother em algumas oportunidades, mas meio que deixou a luta rolar. Se fosse qualquer outro, acho que Jones iria para cima sem dó. Contra Evans, rolou uma certa compaixão pelo passado. Isso é bom? Não, mas é apenas uma suposição.

Jones agora tem Dan Henderson pela frente. O cara é veterano, mas ainda tem uma mão pesada. Foi ele o responsável pelo meu primeiro nocaute ao vivo, quando apagou Michael Bisping no UFC 100. Ainda tenho a cena completamente nítida na memória. Mas nem isso nem os bons resultados recentes serão capazes de melhorar a vida do desafiante contra o campeão. Para vencer, ele tem um round, um round. Depois, Jones sobra.

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Jones, Rashad e dois rounds

Jones x Evans  - Foto: Al Bello/Getty Images, Arte/Ricardo Zanei

Jones x Evans - Foto: Al Bello/Getty Images, Arte/Ricardo Zanei


Dessa vez eu não vou dar pitacos em tudo que é luta do UFC. A edição 145, que acontece neste sábado, tem o duelo entre Jon Jones, dono do cinturão dos meio-pesados, e Rashad Evans como combate principal. E, por isso, vou direto para o prato principal.

Quem acompanha um pouco sabe que eles eram amiguinhos, mas agora são inimiguinhos. Trocaram farpas desde que a luta foi definida. O clima esfriou nas últimas semanas, mas a pesagem foi tensa. Faltou pouco para que eles saíssem no tapa. De qualquer forma, o circo está pronto.

Já gostei mais de Rashad. É um cara com um bom jogo de chão, bom na trocação. Enfim, é um bom lutador. Mas, às vezes, ser bom não é o suficiente para que você fique no topo. Talvez por isso ele tenha apenas uma derrota na carreira, justamente quando na única vez que colocou seu cinturão em jogo: levou uma aula de Lyoto Machida e perdeu o título.

Pelo fato de ser bom e de ser “ex-amigo”, Rashad vai durar um pouco mais no octógono. Um round, com certeza. Três, se Jones quiser brincar. Como o atual campeão não é muito de enrolação, a luta acabará no segundo round. Nocaute, nocaute técnico, finalização, sabe Deus como Jones vai encerrar o assunto, mas, para mim, está claro que ele vai destruir e permanecer com o cinturão.

O palpite, então, é simples: Jones no segundo round. Podem cobrar depois.

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Pitacos e histórias bacanas do UFC on FX2: Alves x Kampmann

Thiago Alves na pesagem do UFC on FX2 - Foto: Josh Hedges/Zuffa

Thiago Alves na pesagem do UFC on FX2 - Foto: Josh Hedges/Zuffa

Presunçoso o título desse post, não? O UFC on FX 2, nesta sexta-feira, na Austrália, tem um card dos mais divertidos. Um lutão, e teríamos um baita UFC. Como é um evento menor, faltou esse “lutão”, mas a diversão são garantida.

Começando pelo fim, o combate principal reúne o brasileiro Thiago “Pitbull” Alves e o dinamarquês Martin Kampmann. Os dois são velhos de guerra em matéria de UFC, já deram e levaram muita porrada, e o confronto promete.

Thiago é um daqueles caras que você olha e fala: não dá para ele perder. Tem uma mão pesada pra caramba e um chão dos mais eficientes. O problema dele sempre foi o peso, ou, segundo a sua equipe, a imensa facilidade que ele tem para reter água no organismo. O conheci no UFC 100, em Las Vegas, em julho de 2009, e mesmo lá, ele sofreu para bater o peso e disputar o cinturão contra Georges St-Pierre.

Minha expectativa é de uma luta rápida, dois rounds, no máximo. Pitbull é agressivo, e Kampmann não fica atrás. O dinamarquês também sabe bater e tem um excelente repertório no chão. Enfim, um baita combate.

Sei que é a estreia do peso mosca no UFC, mas, para mim, não tem muito segredo. Dana White já falou que, quem vencer dos dois duelos, vai lutar pelo cinturão, provavelmente ainda neste ano. Vou no óbvio: Joseph Benavidez e Demetrious Johnson batem Yasuhiro Urushitani e Ian McCall, respectivamente, e depois se enfrentam pelo título.

Falando em título, o deste post citava histórias bacanas, mas, até agora, foi só achismo. Depois da enrolação, abaixo, algumas curiosidades do card australiano. E, claro, os tradicionais pitacos.

– O inglês Oli Thompson tinha fama em outra organização antes de entrar no UFC: ele participou de trocentos eventos do “Homem Mais Forte do Mundo” e foi vencedor da disputa na Grã-Bretanha em 2006.

– Daniel Pineda nasceu em Dallas, no Texas, e lutou 20 de suas 23 lutas (15 vitórias) em seu Estado natal. Dois combates foram na na vizinha Louisiana (duas derrotas) e um no Tennessee (uma vitória). Será seu primeiro evento fora dos EUA.

– Vocês se lembram de Steve Irwin, o “Caçador de Crocodilos”, que morreu em 2006 após ser atingido por uma ria? Pois Kyle Noke foi, por três anos, segurança do cara, e trabalhava com ele quando aconteceu a tragédia. O americano já lutava, mas foi a morte do chefe que o levou de vez para o MMA.

CARD PRINCIPAL
– Thiago Alves (BRA) x Martin Kampmann (DIN) – meio-médio
– Vamos pelo coração. Pitbull vence por nocaute.

– Joseph Benavidez (EUA) x Yasuhiro Urushitani (JAP) – moscas
– Benavidez confirma o favoritismo, mas só na decisão dos juízes.

– Demetrious Johnson (EUA) x Ian McCall (EUA) – moscas
– Johnson é um baita lutador e vence por submissão.

– Court McGee (EUA) x Constantinos Philippou (CHP) – médios
– Taí uma luta bem imprevisível e, por isso, meu palpite será pelo coração: é muito carisma ser lutador de MMA no Chipre, então, Philippou leva por nocaute.

CARD PRELIMINAR
– James Te Huna (NZL) x Aaron Rosa (EUA) – meio-pesado
– A mão de Rosa é pesada, mas Te Huna é guerreiro e vence por nocaute.

– Antonhy Perosh (AUS) x Nick Penner (CAN) – meio-pesado
– O veterano Perosh vem de duas vitórias, mas aposto no estreante – e invicto – canadense em decisão dos juízes.

– Cole Miller (EUA) x Steven Siler (EUA) – pena
– A experiência de Miller fala mais alto, e ele vence por decisão.

– Kyle Noke (AUS) x Andrew Craig (EUA) – médios
– Noke vence o estreante por nocaute.

– TJ Waldburger (EUA) x Jake Hecht (EUA) – meio-médio
– Lutinha enrolada, mas Waldburger (nome legal de falar) vence por nocaute.

– Mackens Semerzier (EUA) x Daniel Pineda (EUA) – pena
– Pineda vence por submissão.

– Oli Thompson (ING) x Shawn Jordan (EUA) – pesados
– Duelo de estreantes no UFC. Thompson por nocaute.

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MMA na moda: Chael Sonnen vira “Tio Sam” em camiseta

Tio Sam, quem diria, virou "Tio Sonnen" - Foto: Divulgação

Tio Sam, quem diria, virou "Tio Sonnen" - Foto: Divulgação

Confesso que eu não tinha visto e sei que a notícia é velha, bem velha, mas achei bacana e digna de considerações. Principalmente pelo MMA chegar a esse ponto de popularização.

Tio Sam é um dos símbolos mais famosos da história dos EUA. Agora, quem diria, pode ser chamado de “Tio Sonnen”.

Chael Sonnen já desafiou Anderson Silva em tudo que é entrevista e mídia social. A falácia invadiu até o mundo da moda, em uma camiseta, digamos, descolada. Para os fãs do americano, ela pode ser comprada na MMA Warehouse por US$ 29,99 (cerca de R$ 52).

A loja entrega no Brasil. Simulei a compra e, por salgados US$ 31,75 (cerca de R$ 55) ou US$ 40,95 (cerca de R$ 70), você recebe em sua casa. Quer dizer, há o risco de a Alfândega brecar a entrega e cobrar uma nova taxa para que você retire nos Correios. Ou seja, você aí, torcedor do Sonnen que quiser a iguaria, vai ter que abrir a carteira!

O que realmente chamou minha atenção foi ver Sonnen com a camisa. De “Tio Sonnen” no peito, falou que Anderson “não é um lutador”, que só “pensa em dinheiro” e ainda comparou o brasileiro a Mike Tyson, que tem números expressivos, “mas nunca lutou contra ninguém”.

Não sei em que pé andam as vendas, mas fico curioso para saber como o MMA, ainda marginalizado – o preconceito continua -, chegou ao ponto de usar um dos símbolos nacionais dos EUA para promover um lutador.

Claro que, com a internet, eu, você e qualquer criança com o mínimo de noção pode brincar com uma foto e estampar aquela imagem em uma camiseta. Agora, quando o negócio é oficial, quando o próprio Sonnen veste a camisa, é sinal que a coisa é bem mais séria.

Fico pensando se o UFC ou os patrocinadores de Anderson não pensam em fazer algo semelhante por aqui. Não tenho nenhuma sugestão, mas, pelas minhas peregrinações pelos UFCs (uma Fan Expo em Las Vegas e as duas edições no Rio), deu para perceber que a procura por qualquer item, de camiseta a chaveiro, passando por réplicas de cinturões, é absurda. E olha que os preços estão longe de ser acessíveis.

Se eu compraria uma camiseta esperta de Anderson? Não sei. Teria de ser bem legal e por um preço bem camarada. Acho a camiseta de Sonnen sensacional como símbolo de cultura pop, mas também não a compraria. Afinal, jornalista tem de ser imparcial, certo?

P.S.: Silva x Sonnen? VAI SILVA!

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Prazer, Azusa Nishigaki, a nova musa do MMA

Arianny Celeste e a ring girl convidada para o UFC 144, Azusa Nishigaki, Miss Japão Universo 2008 - Foto: Divulgação/UFC

Arianny Celeste e a ring girl convidada para o UFC 144, Azusa Nishigaki, Miss Japão Universo 2008 - Foto: Divulgação/UFC

Azusa Nishigaki era um nome completamente desconhecido por mim até o UFC 144, quando a modelo japonesa deu uma canja como ring girl. Ao que parece, a beldade agradou a galera, já que pipocam comentários aqui e ali em relação à simpatia – e, obviamente, as curvas – da moça.

Azusa Nishigaki na pesagem do UFC 144

Fui dar uma fuçada para descobrir algo espetacular da vida da musa, uma espécia de fofoca no mundo do MMA, e confesso que achei pouca coisa. Ela foi uma das concorrentes no Miss Universo Japão 2008 e, depois, engatou uma carreira como modelo. Curiosamente, Azusa tinha experiência como ring girl, já que participou de uma edição do extinto Sengoku. Nessas, acabou no Brasil.

Azusa Nishigaki e amigas modelos no GP do Brasil - Foto: Reprodução/Facebook

Azusa Nishigaki e amigas modelos no GP do Brasil - Foto: Reprodução/Facebook

Pior de tudo que é verdade… Em 2008, mesmo ano em que ganhou fama no seu país, a beldade deu um pulinho por aqui, onde participou do Grande Prêmio do Brasil de F-1. O que ela fez? Pelo que entendi no perfil da moça no Facebook, ela veio para cá modelar e se divertir. Justo, não?

Azusa Nishigaki em sua estreia no UFC - Foto: Divulgação

Azusa Nishigaki em sua estreia no UFC - Foto: Divulgação

A foto ao lado de Fernando Alonso mostra que Azusa pode até ter modelado por aqui, mas se divertiu bem mais que trabalhou…

Azusa Nishigaki tieta Fernando Alonso no Brasil - Foto: Reprodução/Facebook

Azusa Nishigaki tieta Fernando Alonso no Brasil - Foto: Reprodução/Facebook

Agora, fica a dúvida: será que a moça vai ser efetivada como nova ring girl oficial do UFC. Tem uma vaga aberta, já que Chandella Powell foi limada da organização (o Blog Na Grade do MMA, do meu amigo Jorge Corrêa, explica o caso). No site do UFC, a página de plaqueiras conta com as titulares Arianny Celeste e Brittney Palmer e a sumida Rachelle Leah. Chandella já desapareceu dali, deixando um espação para a foto de mais uma beldade. Pela reação da galera, Azusa Nishigaki é a musa da vez.

Azusa Nishigaki é entrevistada por Ariel Helwani*

*Ariel Helwani é um dos caras mais bem informados do MMA. O jornalista canadense trabalha, entre outros lugares, para MMAFighting.com e NBCSports.com. Cobre o mundo das lutas desde 2006 e foi eleito duas vezes o jornalista do ano, em 2010 e 2011, no World MMA Awards, o Oscar do MMA.

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29/02/2012 · 16:40

UFC 144, um exemplo de como errar palpites e um tal jornalismo

Ben Henderson (à dir.), o novo campeão dos leves - Foto: Divulgação/UFC

Ben Henderson (à dir.), o novo campeão dos leves - Foto: Divulgação/UFC

“Enfim, abaixo, os palpites totalmente científicos para o UFC 144. Não tenho medo de errar todos. Aliás, seria divertido se isso acontecesse.”

No sábado, fiz um post com os meus palpites sobre o UFC 144, intitulado “Pitacos do UFC 144: Japão imprevisível”. A frase acima, digna de Nostradamus, faz parte desse post e só comprova algo bem legal que está acontecendo no MMA: a surpresa.

Seria simples falar que foi falta de sorte de A ou B, que C acertou um daqueles golpes impossíveis e que D teve melhor estratégia que o rival. O fato é que o card do Japão já deixava no ar que seria bem difícil acertar quem ganharia cada luta. Os palpites, meramente chutados, mostraram que meu pé estava bem torto. E isso me deixa feliz.

A surpresa é um dos fatores que movem o esporte. Nem sempre o melhor vence, nem sempre o cara mais bem preparado tem sua mão levantada do fim do combate. Claro, quem treina e estuda mais tem mais chance, mas, sabe como é, um instante de vacilo e já era. O “Japão imprevisível” se confirmou.

Também é legal para mostrar duas coisas sobre aquele jornalista sabichão. A primeira: o cara pode estudar pra caramba sobre determinado assunto, mas, quando se fala em palpite, é meramente uma escolha. A segunda: o cara pode escolher antes e fazer uma análise “criteriosa” para justificar sua escolha. No fim, ambas convergem para o mesmo ponto: uma criança de dois anos poderia apontar os vencedores e ter mais sucesso que qualquer um.

Palpite é palpite e é legal, pro ego, acertar. Mas, se você erra, sinceramente, dane-se. Se você acerta tudo, aproveite a maré e jogue na Mega-Sena. Esse palpite aí eu queria acertar…

P.S.: Só pra constar, das 12 lutas do UFC 144, errei apenas 10 palpites e, graças a Jacke Shields e Riki Fukuda, o “vexame” não foi ainda pior.

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Pitacos do UFC 144: Japão imprevisível

Pôster do UFC Japão - Foto: Divulgação

Pôster do UFC Japão - Foto: Divulgação

Vi e revi esse car do UFC 144 para dar meus pitacos. Por melhor que seja o “casamento”, existem lutas em que você bate o olho e sabe quem vai vencer. Mas o evento japonês traz tanta coisa “além” do octógono que fica quase impossível pitacar.

Há o lado emocional da coisa, do retorno do UFC ao Japão, e só por isso as lutas já ficam mais tensas. É o palco do Pride, e todo mundo que já viu um evento do Pride vai lembrar um pouco do que era. A torcida japonesa é maluca, são vários lutadores locais em ação, e a galera vai empurrar. É mais ou menos como um UFC no Brasil: tudo pode acontecer.

Quando a coisa fica assim, o cara pode dizer que estudou muito e que o lutador A vai vencer. Mas, vamos falar a verdade: eu fiquei horas olhando o card e todos meus palpites são, basicamente, chutes. Isso não tira o fato de eu achar mesmo que o lutador A vai bater o B. Mas todos esses fatores podem jogar as suas previsões no limbo.

Enfim, abaixo, os palpites totalmente científicos para o UFC 144. Não tenho medo de errar todos. Aliás, seria divertido se isso acontecesse. E só colocaria o evento japonês na lista dos melhores da história, ou da década, ou do ano…

Arianny Celeste e a ring girl convidada para o UFC 144, Azusa Nishigaki, Miss Japão Universo 2008 - Foto: Divulgação/UFC

Arianny Celeste e a ring girl convidada para o UFC 144, Azusa Nishigaki, Miss Japão Universo 2008 - Foto: Divulgação/UFC

CARD PRINCIPAL

– Frankie Edgar (EUA) x Ben Henderson (EUA) – leve
– Henderson é bom, mas tendo a achar que Edgar vai atropelar. Campeão vence por submissão.

– Quinton Rampage Jackson (EUA) x Ryan Bader (EUA) – meio-pesado
– Mesmo depois da balança, mantenho o palpite. Adoro Bader, mas Rampage vence por nocaute e adia a sua aposentadoria

– Mark Hunt (NZL) x Cheick Kongo (FRA) – pesado
– Outra luta que promete. Kongo vence por nocaute e volta a sonhar mais alto no UFC

– Yoshihiro Akiyama (JAP) x Jake Shields (EUA) – meio-médio
– Lutão, hein, parte 2? Palpite polêmic: acho que Shields cala Saitama e vence por decisão

– Yushin Okami (JAP) x Tim Boetsch (EUA) – médio
– Lutão, hein? Okami se recupera da derrota para Anderson Silva e vence por submissão

– Hatsu Hioki (JAP) x Bart Palaszewski (POL) – pena
– Lutinha enrolada, mas Palaszewski nocauteia

– Anthony Pettis (EUA) x Joe Lauzon (EUA) – leve
– Aí é torcida mesmo, Lauzon vence por submissão

CARD PRELIMINAR

– Takanori Gomi (JAP) x Eiji Mitsuoka (JAP) – leve
– Puro chute. O estreante Mitsuoka vence por submissão

– Norifumi Yamamoto (JAP) x Vaughan Lee (ING) – galo
– Será que a torcida ajuda? Acho que sim, e Yamamoto leva por decisão

– Riki Fukuda (JAP) x Steve Cantwell (EUA) – médio
– Fukuda vence por decisão e acaba com a saga de Cantwell no UFC

– Takeya Mizugaki (JAP) x Chris Cariaso (EUA) – galo
– Torcida ajuda, e Mizugaki vence por decisão

– Zhang Tiequan (CHN) x Issei Tamura (JAP) – pena
– Tiequan vence por submissão

Pesagem – UFC 144

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