Arquivo da categoria: Encontros históricos

Encontros históricos (3) – Stoichkov e Hierro

Stoichkov e Hierro - Foto: Arquivo

Stoichkov e Hierro - Foto: Arquivo


Quem? Hristo Stoichkov e Fernando Hierro. Habilidade e explosão, um meia dos mais talentosos da história. Liderança e força, um zagueiro/volante de maior liderança em campo.

De um lado… Se o Brasil tem Pelé, a Bulgária tem Stoichkov. O cara é o melhor jogador da história do país. Convenhamos, ele era bom demais. As vezes, perdia a cabeça, as vezes, com razão. Foi um monstro, um gênio, um dos melhores meias que eu vi jogar. Fenomenal.

De outro… Hierro foi o símbolo de um time vencedor do Real Madrid. Como volante ou zagueiro, foi a personificação do líder. Jogava duro, batia muitas vezes, mas tinha categoria para o passe. Pense em um capitão? Esse era Hierro.

Onde? No dia 7 de janeiro de 1995, no Santiago Bernabéu, em Madri. Bons tempos aquele, hein, torcedor do Real? Naquela noite, o time do então técnico Jorge Valdano enfiou 5 a 0 no também poderoso Barcelona de Johan Cruyff. Em campo, só perna de pau, como Sanchís, Laudrup, Raúl, Martín Vázquez, Guardiola, Koeman, Baquero, Romário, Hagi, fora os autores dos gols. Zamorano foi o cara do clássico, marcando três. Luis Henrique e Amavisca completaram a goleada. O jogo foi tenso, como todo superclássico, e o encontro entre Hierro e Stoichkov mostra isso.

Stoichkov e Hierro - Foto: Arquivo

Stoichkov e Hierro - Foto: Arquivo

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Encontros históricos (2) – Ronaldinho e Maradona

Ronaldinho e Maradona, criatura e criador - Foto: Alfred Cheng Jin/Reuters

Ronaldinho e Maradona, criatura e criador - Foto: Alfred Cheng Jin/Reuters

Quem? Criador e criatura. Desenho e esboço. Maradona e Ronaldinho Gaúcho.

De um lado… Maradona foi o Pelé que eu vi jogar. Foi aquele que mais chegou perto de toda a magia dos deuses. Foi capaz de coisas que até ele mesmo duvida. Um gênio incontestável da bola.

De outro… Já Ronaldinho Gaúcho é a versão rabiscada de Maradona. Foi, por dois, três anos, incontestável, monstruoso, mas parou. Se aposentou quando saiu do Barcelona. Hoje, perambula por aí.

Onde? No dia 23 de agosto de 2008, em Pequim, na China, na premiação do futebol nos Jogos Olímpicos. O Brasil, com Ronaldinho, perdeu nas semifinais para a Argentina por 3 a 0 e venceu a Bélgica pelo mesmo placar para ficar com a medalha de bronze. Já a Argentina, de Riquelme, Di María, Mascherano, Aguero e Messi, bateu a Nigéria na final e ficou com o ouro. Depois do pódio, o beijo.

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Encontros históricos (1) – Palermo e Valderrama

Palermo e Valderrama, gênios incompreendidos - Foto: EFE/Luis Eduardo Noriega

Palermo e Valderrama, gênios incompreendidos - Foto: EFE/Luis Eduardo Noriega

Quem? Para alguns, não significa nada. Para outros, é apenas um aperto de mãos entre dois jogadores. Para mim, são dois monstros. Martín Palermo e Carlos Valderrama.

Gênio número 1. Em poucas palavras, Palermo foi um dos atacantes mais grossos da história. Não sabia dar duas embaixadinhas, mas sabia fazer gols como poucos. E é para isso que centroavante serve, não?

Gênio número 2. Já Valderrama virou uma espécie de personagem folclórico por causa de seu cabelo, mas foi o comandante, o neurônio por trás da melhor seleção colombiana da história. Um meia de rara habilidade.

Onde? O encontro aconteceu no dia 22 de janeiro deste ano, em Medellín, na Colômbia, durante a disputa de um amistoso para arrecadar fundos para a “Fundación Héroe Camina”, que ajuda militares feridos em  combate.

P.S.: A ideia é trazer um “encontro histórico” a cada terça-feira. Não importa onde, quando, enfim. Vamos ver se rola. Se você tiver alguma foto – ou ideia – genial, mande pra mim!

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