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Prazer, Azusa Nishigaki, a nova musa do MMA

Arianny Celeste e a ring girl convidada para o UFC 144, Azusa Nishigaki, Miss Japão Universo 2008 - Foto: Divulgação/UFC

Arianny Celeste e a ring girl convidada para o UFC 144, Azusa Nishigaki, Miss Japão Universo 2008 - Foto: Divulgação/UFC

Azusa Nishigaki era um nome completamente desconhecido por mim até o UFC 144, quando a modelo japonesa deu uma canja como ring girl. Ao que parece, a beldade agradou a galera, já que pipocam comentários aqui e ali em relação à simpatia – e, obviamente, as curvas – da moça.

Azusa Nishigaki na pesagem do UFC 144

Fui dar uma fuçada para descobrir algo espetacular da vida da musa, uma espécia de fofoca no mundo do MMA, e confesso que achei pouca coisa. Ela foi uma das concorrentes no Miss Universo Japão 2008 e, depois, engatou uma carreira como modelo. Curiosamente, Azusa tinha experiência como ring girl, já que participou de uma edição do extinto Sengoku. Nessas, acabou no Brasil.

Azusa Nishigaki e amigas modelos no GP do Brasil - Foto: Reprodução/Facebook

Azusa Nishigaki e amigas modelos no GP do Brasil - Foto: Reprodução/Facebook

Pior de tudo que é verdade… Em 2008, mesmo ano em que ganhou fama no seu país, a beldade deu um pulinho por aqui, onde participou do Grande Prêmio do Brasil de F-1. O que ela fez? Pelo que entendi no perfil da moça no Facebook, ela veio para cá modelar e se divertir. Justo, não?

Azusa Nishigaki em sua estreia no UFC - Foto: Divulgação

Azusa Nishigaki em sua estreia no UFC - Foto: Divulgação

A foto ao lado de Fernando Alonso mostra que Azusa pode até ter modelado por aqui, mas se divertiu bem mais que trabalhou…

Azusa Nishigaki tieta Fernando Alonso no Brasil - Foto: Reprodução/Facebook

Azusa Nishigaki tieta Fernando Alonso no Brasil - Foto: Reprodução/Facebook

Agora, fica a dúvida: será que a moça vai ser efetivada como nova ring girl oficial do UFC. Tem uma vaga aberta, já que Chandella Powell foi limada da organização (o Blog Na Grade do MMA, do meu amigo Jorge Corrêa, explica o caso). No site do UFC, a página de plaqueiras conta com as titulares Arianny Celeste e Brittney Palmer e a sumida Rachelle Leah. Chandella já desapareceu dali, deixando um espação para a foto de mais uma beldade. Pela reação da galera, Azusa Nishigaki é a musa da vez.

Azusa Nishigaki é entrevistada por Ariel Helwani*

*Ariel Helwani é um dos caras mais bem informados do MMA. O jornalista canadense trabalha, entre outros lugares, para MMAFighting.com e NBCSports.com. Cobre o mundo das lutas desde 2006 e foi eleito duas vezes o jornalista do ano, em 2010 e 2011, no World MMA Awards, o Oscar do MMA.

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29/02/2012 · 16:40

Brinquedo de adulto?

Quem me conhece sabe que eu sou meio nerd quando o assunto é brinquedo. Se eu pudesse, viveria disso (ou gastaria tudo com isso). Lembro que, quando eu era pequeno, eu tinha um Autorama, que era genial. Depois, esse tipo de brinquedo foi sumindo – ou ficando tão caro que ninguém tinha mais -, até que surgiu a Hot Wheels na jogada e trouxe uma nova leva de brinquedos com o tema, digamos, “velocidade”.

Mas esse cara aí extrapolou ao construir a sua pistinha: mais de 600 metros divididos em 14 cômodos – sem contar o que rola fora da casa. É sensacional! Imagino que as crianças devam ficar olhando e pensando “ah, legal”, enquanto pai fica babando com o seu “investimento”. Afinal, para construir uma pista dessa, neguinho gastou, viu.

O vídeo é meio longo, mas vale a pena. Divirtam-se!

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Fifa, Lusa, beisebol, All Blacks, tragédia e City

Pílulas do fim de semana:

– Excelentes avanços no que diz respeito à minha jogabilidade no Fifa 12. Rivaldo se encaixou perfeitamente no novo esquema de jogo, e Luis Fabiano desandou a fazer gols.

– Como é legal a Portuguesa já garantir a vaga para a Série A do ano que vem. Vale um post sobre o tema: precisa mesmo de um time cascudo, duro, seco, para voltar à elite? Jorginho e seus comandados provam que não.

– Albert Pujols, jogo 3 da World Series, Texas Rangers 7 x 16 St. Louis Cardinals: 5 de 6 nas rebatidas, 3 home runs, 6 corridas impulsionadas. Não entende nada de beisebol? Ok, isso quer dizer, basicamente, que o cara teve a maior apresentação individual na final da MLB. Monstruoso! Pitaco: Cardinals levam o título em 4 a 3, hein!

– All Blacks confirmaram o favoritismo e conquistaram o título do genial Mundial de rúgbi. Final tensa com a França, que surpreendeu e engrossou demais o jogo no segundo tempo. Uma baita decisão, para fechar com chave de ouro uma competição sensacional.

– Novo domingo, nova tragédia. O que dizer da morte de Marco Simoncelli na MotoGP. O sentimento é o mesmo da última semana. O melhor, acho, é o silêncio, como forma de homenagem.

– Manchester United 1 x 6 Manchester City. Clássico local, uma das maiores goleadas da história. Se fosse aqui, Alex Ferguson teria sido demitido antes de chegar ao vestiário. Mas é lá, e ele fica. Assim como eu fico por aqui!

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Dan Wheldon, 33, RIP

Foto: Indycar.com

Foto: Indycar.com

Voltei para casa ouvindo o segundo tempo de Atlético-GO x São Paulo. Subo os nove andares até o meu apartamento, ligo a TV, ligo o computador, e me deparo com a notícia da morte de Dan Wheldon. Fiquei parado olhando para a tela, meio sem saber o que fazer. Li a notícia e a reação imediata foi procurar algum vídeo para ver como tinha sido.

Há pouco, li o texto do Flavio Gomes sobre o acidente e vi como ele tinha razão. Reproduzo aqui uma frase: “As mortes na pista são chocantes porque quando vemos as imagens, sabemos que aquele cara lá dentro morreu”. É exatamente isso. No caso do automobilismo, as mortes são ali, na sua cara, ao vivo e a cores. E isso, para quem gosta de esporte, dói.

Acidente com Dan Wheldon em Las Vegas

Vi e revi o vídeo do acidente tentando encontrar alguma explicação, mas vasculhei aqui e ali e não achei nada. Simplesmente é impossível dirigir a seiláquanto por hora e desviar de um mar de carros à sua frente. É impossível, mas, no automobilismo, acontece. E a vida, que estava ali na sua frente a uma fração de segundo, se perde.

Como já escrevi aqui no blog, não sei muito lidar com a morte, seja de alguém próximo, seja de alguém que eu nunca vi na vida, a não ser pela TV. Wheldon era um baita piloto, um cara carismático, boa gente, enfim. E aí você fica procurando explicação e não encontra nada. Só o silêncio.

Cinco voltas em homenagem a Dan Wheldon

Silêncio que permeou a homenagem de pilotos e torcedores a Wheldon. Logo após o anúncio de sua morte, os 19 pilotos que ainda tinham seus carros inteiros entraram na pista, atrás do safety car, para cinco voltas em homenagem ao companheiro. Eu ouvi o som dos motores, as palavras do narrador em Las Vegas e as palmas da torcida, mas, no fundo, tinha ali um silêncio de cortar a alma.

Vídeo em homenagem a Dan Wheldon feito pela IRL

Pensei em traduzir aqui o que disseram Tony Kanaan e Dario Franchitti sobre o que aconteceu, mas é bobagem. Por mais que eu escrevesse, nunca conseguiria transformar, em texto, a dor que esses caras estão sentindo pela perda de um grande amigo.

Para mim, fica aquela sensação esquisita de quem gosta de esporte e viu mais um cara perder a vida ali, na tela do computador. Não tem explicação, apenas o vazio. E o silêncio.

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Acidente incrível ou montagem genial?

É um acidente de carro com um final feliz. Mas, fica a dúvida: é real ou é montagem? Se for falso, parabéns para o cara que montou a coisa toda, porque parece bem verdadeiro.

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Um parquinho da Ferrari em Abu Dhabi

O Ferrari World, em Abu Dhabi, é uma espécie de parque de diversão para quem gosta de velocidade e, claro, daqueles humildes carrinhos italianos com um cavalinho estampado no motor. O que absurdo é que o local é gigante, 2.500 hectares (não sabe o que é hectare? A Wikipedia te ajuda), e é coberto. Deve ser uma coisa de outro mundo.

No site oficial, o preço mais barato para um dia de diversão (adulto) sai por AED 225. AED é a moeda dos Emirados Árabes Unidos, conhecida mundialmente como dirham. Na cotação de hoje, AED 1 é igual R$ 0,44. Ou seja, um diazinho no Ferrari World sairia R$ 99,51. Pensando que um Hopi Hari sai por, no mínimo, R$ 69 (dia de semana), um Playcenter, até o dia 28 deste mês, R$ 55, e o jogo do Brasil x Romênia, na despedida do Ronaldo, saiu por R$ 150, não é tão absurdo assim. O ruim é valor do traslado até lá…

No vídeo abaixo, dá para ter ideia de como é bacana o Ferrari World. E também dá para perceber Fernando Alonso está ali, mas esqueceram da existência de Felipe Massa…

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Sid Mosca: a cor do automobilismo mundial

Capacete usado por Ayrton Senna, criado por Sid Mosca - Foto: Divulgação

Capacete usado por Ayrton Senna, criado por Sid Mosca - Foto: Divulgação

Pode alguém se tornar imortal no automobilismo mundial sem pilotar um carro? A resposta é sim graças a Sid Mosca, o cara que revolucionou as pinturas de capacetes e criou marcas eternas.

Quem não se lembra do capacete usado por Ayrton Senna, com as cores do Brasil, que abre este post? Pois é, criação de Sid Mosca.

Além de capacetes, pintou carros das equipes Copersucar, Brabham, Lotus e Jordans, entre outros. E ainda foi campeão mundial na cabeça de Emerson Fittipaldi, Nelson Piquet e Ayrton Senna (o currículo vencedor está aqui, no site oficial do artista).

Não sou um especialista em automobilismo, longe disso. Mas fica aqui a homenagem a esse cara que revolucionou a maneira como nós assistimos às corridas e eternizou as cores nas pistas pelo mundo. Com certeza, o automobilismo fica mais triste e em preto e branco nesta data.

##### Abaixo, entrevista de Sid Mosca ao curioso Marcelo Duarte, a partir de 1min30 #####

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