Andrés, Mano e um processo de fritura

Mano e Andrés - Foto: Rubens Cavallari/Folhapress

Mano e Andrés - Foto: Rubens Cavallari/Folhapress

Estou longe de ser fã de Mano Menezes e não gosto da postura de Andrés Sanchez. Mas concordo com a “fritada” que o diretor de seleções fez com o treinador, em entrevista ao jornal “Extra”. Abaixo, dois momentos que chamam a atenção pela sinceridade:

“A ninguém [está agradando]. Nem o Mano está ‘se agradando’. Lógico que ele sabia das dificuldades que teria em um ano e meio. Ele agora vai pôr em prática o que já viu que precisa ser feito até a Copa do Mundo.”

“Mas não é por ser medalha de ouro, prata ou bronze que ele vai ser trocado ou não. Se for trocado, será pelo dia a dia que ele vem fazendo. Não vai ser por um campeonato.”

Pra mim, fica claro, a cada jogo, que Mano não será o técnico da seleção na Copa. Não sei quem será o escolhido, mas acho que ele não aguenta até lá. O pior de tudo isso é que a fritura não é Andrés, ele apenas jogou no ventilador muito do que todo mundo pensa. O fato é que o próprio Mano está se afundando no cargo. E a seleção vai junto.

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