Wando, a luz, o raio, a estrela, o luar e, claro, o carmim

Wando - Foto: Divulgação

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O que seria do mundo sem a rosa vermelha? Sem o vinho tinto melado? Sem o perfume doce? Sem aquela safadeza canalha no olhar?

Luz, raio, estrela e luar. Manhã de sol. O que acontece entre o luar e a manhã de sol? Iáiá, iôiô…

O que seria do mundo sem a loucura apaixonada? Que seria do planeta sem o beijo na boca? E quem nunca se jogou no chão de paixão?

O que seria do ser humano sem o doce do mel? Sem aquele pedido de canto da boca, “céu”? Sem aquela calcinha lançada no ar?

E o carmim? Talvez, a substância responsável pelo equilíbrio das forças terrenas. Sem o carmim, nada teria sentido. Como falar do vermelho do amor e da paixão sem o carmim? Impossível.

Hoje, com certeza, a vitrola naquela penteadeira toca triste. A calcinha, cor carmim, não vai sair da gaveta. Chora coração. Chora, coração.

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