Celulares, jornalismo e falta de educação

Duas cenas chamaram a atenção nesta semana:

Loco Abreu e o celular

Quentão, pinhão e o celular

O que elas têm em comum, além do óbvio celular e do indiscutível lado cômico? O que elas têm em comum é a falta de educação de quem estava com o microfone na mão.

É impressionante como o maldito celular, entre tantos outros gadgets, tem moldado a vida das pessoas. Parece que é normal deixar o outro falando e atender o bendito, ou simplesmente abandonar o que se está fazendo para dar atenção ao aparelho. Quem foi ao cinema alguma vez nos últimos dez anos sabe bem do que estou falando.

Para muitos, isso é normal. Não, não é. Acho mais: é intolerável. A sociedade mudou, a tecnologia está aí pra ser usada, mas, pera lá! Há limites, não? Modos!

A educação, ou melhor, a falta dela, é um problema cada vez mais grave nesse país. É estarrecedora a falta de bom senso e de noção das pessoas de todas as classes sociais.

Para quem é jornalista, como eu, os exemplos são ainda mais tristes. A falta de noção dos envolvidos impressiona. E é essa geração besta que está chegando. Quer dizer, se não parar para atender o celular.

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Arquivado em Análises espertas do cotidiano

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